A presença de uma ferida que não cicatriza nas pernas é um dos quadros mais desafiadores da medicina vascular, tanto para o paciente quanto para sua família.
A Úlcera Venosa é o estágio mais avançado da insuficiência venosa crônica e representa não apenas um problema físico, mas um obstáculo para a liberdade de movimento e a autoestima.
Na consulta com a Dra. Carolina Lourenço, médica vascular em São Paulo, o objetivo é devolver ao paciente a sua qualidade de vida, aliando a tecnologia da medicina baseada em evidências a um atendimento humanizado.
A úlcera venosa é uma ferida que ocorre geralmente na região próxima aos tornozelos (conhecida como “área de polaina”). Ela é o resultado de anos de pressão elevada dentro das veias das pernas.
Diferente de um ferimento comum, a úlcera venosa não fecha sozinha porque a circulação local está comprometida.
O sangue, ao ficar “parado” na perna por falha nas válvulas ou obstruções, impede que o oxigênio e os nutrientes cheguem à pele, tornando-a frágil e propensa a se abrir ao menor trauma — ou até mesmo espontaneamente.
Este fenômeno é conhecido como estase venosa, onde o sangue pobre em oxigênio se acumula, gerando um ambiente tóxico para as células da pele.
Este quadro clínico representa o estágio C6 da classificação CEAP, exigindo intervenção hemodinâmica imediata para reverter a hipertensão venosa ambulatorial.
A causa principal é a insuficiência venosa crônica não tratada. Quando as válvulas das veias não funcionam corretamente, o sangue reflui e causa um processo inflamatório crônico na pele.
Os principais fatores que levam a esse estágio avançado incluem:
Muitas vezes, a pele dá sinais de que está prestes a romper. Identificar esses sintomas precocemente na consulta vascular em São Paulo pode evitar esta complicação.
Fique atento a:
Antigamente, os pacientes com úlcera venosa viviam anos trocando curativos sem ver evolução.
Hoje, a cirurgia vascular em São Paulo oferece procedimentos resolutivos que aceleram a cicatrização em tempo recorde:
É, atualmente, uma das técnicas mais eficazes para o tratamento de úlceras venosas.
Através da aplicação de uma espuma medicamentosa guiada pelo ultrassom, conseguimos fechar as veias que causam a pressão na ferida.
O procedimento é realizado no próprio consultório, sem necessidade de hospitalização, e os resultados na cicatrização costumam ser surpreendentes.
Em casos onde o refluxo da veia safena é o responsável pela úlcera, o uso do Laser Endovenoso permite selar a veia de forma minimamente invasiva. Isso reduz a inflamação local quase imediatamente, criando o ambiente perfeito para a pele se regenerar.
A compressão é o “pilar de ouro” no tratamento da úlcera venosa. A compressão auxilia o sangue a subir e reduz drasticamente o inchaço.
Vale lembrar que esta abordagem exige o acompanhamento especializado de um médico vascular.
Aliamos o tratamento vascular ao uso de coberturas modernas que mantém o leito da ferida úmido e protegido contra infecções, estimulando o crescimento de tecido novo.
Tratar a úlcera é devolver ao paciente a liberdade de sair de casa, de usar o calçado que deseja e de caminhar sem o peso de uma ferida aberta.
Não adie mais o seu cuidado vascular. Se você ou algum familiar convive com uma ferida que não cicatriza, agende uma consulta com a Dra. Carolina Lourenço, médica vascular em São Paulo.
Com o diagnóstico por USG Doppler realizado na própria consulta, você inicia o tratamento correto sem perda de tempo. A cicatrização é possível quando unimos o diagnóstico correto à técnica adequada.