Dra. Carolina Lourenço

Doença Arterial Obstrutiva Periférica

A saúde das nossas artérias é o que garante que cada tecido do corpo receba o oxigênio e os nutrientes necessários para funcionar plenamente. 

Quando esse fluxo é interrompido ou reduzido nos membros inferiores, estamos diante da Doença Arterial Obstrutiva Periférica, representada no segmento vascular pela sigla DAOP.

Mais do que um problema localizado nas pernas, a DAOP é um marcador crucial da saúde cardiovascular, muitas vezes sinalizando riscos que envolvem o coração e o cérebro.

Na consulta com a Dra. Carolina Lourenço, médica vascular em São Paulo, o tratamento da doença arterial é conduzido com o máximo rigor da medicina baseada em evidências. 

No Instituto IMJR, o foco é oferecer um diagnóstico preciso e precoce, permitindo que o paciente recupere a sua autonomia, caminhe sem dor e preserve a sua qualidade de vida através de tecnologias minimamente invasivas e um olhar profundamente humanizado.

O que é a Doença Arterial Obstrutiva Periférica?

A Doença Arterial Obstrutiva Periférica ocorre quando as artérias que levam sangue para as pernas sofrem um processo de estreitamento ou oclusão. 

O principal responsável por esse quadro é a aterosclerose — o acúmulo de placas de gordura, cálcio e tecidos fibrosos nas paredes arteriais.

Com a passagem do sangue dificultada por essas placas, os tecidos das pernas deixam de receber a nutrição necessária. 

Inicialmente, essa deficiência de oxigênio é sentida apenas durante atividades físicas, momento em que os músculos exigem maior circulação. No entanto, em estágios mais avançados da doença, a obstrução pode ser tão severa que o sangue não chega em quantidade suficiente nem mesmo quando o paciente está em repouso.

O que causa a Doença Arterial Obstrutiva Periférica?

A DAOP é uma doença silenciosa que evolui ao longo de décadas. Identificar os fatores que aceleram o entupimento das artérias é o primeiro passo para um tratamento eficaz. Os principais vilões são:

  • Tabagismo: É, isoladamente, o fator de risco mais agressivo para as artérias. O cigarro acelera a formação de placas e causa inflamação direta na parede dos vasos.
  • Diabetes Mellitus: Pacientes diabéticos têm maior propensão a desenvolver obstruções em artérias menores e mais distais, o que exige um cuidado redobrado com a saúde dos pés.
  • Hipertensão Arterial: A pressão alta constante agride a parede arterial, facilitando a entrada de gordura e o endurecimento dos vasos .
  • Dislipidemia: O excesso de colesterol LDL fornece a matéria-prima para a formação das placas de ateroma.
  • Idade Avançada e Hereditariedade: O desgaste natural e a predisposição genética também desempenham papéis importantes na saúde arterial.

Quais são os sintomas da Doença Arterial Obstrutiva Periférica?

Um dos sinais mais clássicos da doença arterial periférica é a claudicação intermitente: paciente sente uma dor ou cãibra na panturrilha, coxa ou glúteo após caminhar uma certa distância e se recupera em repouso.

À medida que a doença progride, os sintomas tornam-se mais severos:

  1. Dor em Repouso: A dor nas pernas ou pés aparece mesmo quando o paciente está deitado, muitas vezes atrapalhando o sono.
  2. Pés Frios e Pálidos: A extremidade do membro apresenta temperatura reduzida e uma coloração mais clara ou azulada.
  3. Feridas que não cicatrizam: Pequenos ferimentos nos dedos ou calcanhares que evoluem para úlceras arteriais ou gangrena.
  4. Perda de Pêlos e Unhas Quebradiças: Sinais de que a pele não está recebendo nutrição suficiente.

Como tratar a Doença Arterial Obstrutiva Periférica?

O pilar de qualquer tratamento arterial é o controle dos fatores de risco. O uso de medicações antiagregantes e estatinas, aliado à cessação do tabagismo e a um programa de caminhadas orientadas, pode estabilizar a doença e evitar cirurgias em muitos casos.

Antigamente, grandes cirurgias com cortes extensos (pontes ou bypass) eram a única opção. Hoje, a cirurgia vascular em São Paulo evoluiu para procedimentos que priorizam a rápida recuperação e a preservação do membro:

Angioplastia Arterial (Tratamento Endovascular)

É a técnica mais moderna e minimamente invasiva. Através de um pequeno furo na virilha, inserimos cateteres e balões que “esmagam” a placa de gordura contra a parede da artéria, restabelecendo o fluxo. Em muitos casos, utiliza-se o Stent (uma malha metálica) para manter a artéria aberta.

Cirurgia de Revascularização (Bypass)

Em casos de obstruções muito longas e complexas, onde a técnica endovascular não é indicada, realiza-se a cirurgia de “ponte”. Utilizamos uma veia do próprio paciente (safena) ou uma prótese sintética para criar um novo caminho para o sangue, desviando da área entupida.

Dra. Carolina Lourenço: Saúde vascular em São Paulo

A doença arterial é progressiva, mas tem tratamento. 

O grande diferencial do atendimento da Dra. Carolina Lourenço, cirurgiã vascular em São Paulo, é a agilidade no diagnóstico arterial. Por dominar as técnicas de imagem, é possível que o paciente realize o Ultrassom Doppler durante a consulta inicial.

No entanto, o que define seu atendimento é a humanização. Tratar a Doença Arterial Obstrutiva Periférica em São Paulo exige entender o ritmo do paciente, suas dores e o medo da perda de mobilidade. 

Dra. Carolina Lourenço oferece um ambiente acolhedor, onde alia conhecimento à tecnologia de ponta com o objetivo de preservar a autonomia do paciente.

Sente dores nas pernas ao caminhar ou notou feridas que demoram a cicatrizar?  Agende sua consulta agora mesmo!