A saúde das nossas artérias é o que garante que cada tecido do corpo receba o oxigênio e os nutrientes necessários para funcionar plenamente.
Quando esse fluxo é interrompido ou reduzido nos membros inferiores, estamos diante da Doença Arterial Obstrutiva Periférica, representada no segmento vascular pela sigla DAOP.
Mais do que um problema localizado nas pernas, a DAOP é um marcador crucial da saúde cardiovascular, muitas vezes sinalizando riscos que envolvem o coração e o cérebro.
Na consulta com a Dra. Carolina Lourenço, médica vascular em São Paulo, o tratamento da doença arterial é conduzido com o máximo rigor da medicina baseada em evidências.
No Instituto IMJR, o foco é oferecer um diagnóstico preciso e precoce, permitindo que o paciente recupere a sua autonomia, caminhe sem dor e preserve a sua qualidade de vida através de tecnologias minimamente invasivas e um olhar profundamente humanizado.
A Doença Arterial Obstrutiva Periférica ocorre quando as artérias que levam sangue para as pernas sofrem um processo de estreitamento ou oclusão.
O principal responsável por esse quadro é a aterosclerose — o acúmulo de placas de gordura, cálcio e tecidos fibrosos nas paredes arteriais.
Com a passagem do sangue dificultada por essas placas, os tecidos das pernas deixam de receber a nutrição necessária.
Inicialmente, essa deficiência de oxigênio é sentida apenas durante atividades físicas, momento em que os músculos exigem maior circulação. No entanto, em estágios mais avançados da doença, a obstrução pode ser tão severa que o sangue não chega em quantidade suficiente nem mesmo quando o paciente está em repouso.
A DAOP é uma doença silenciosa que evolui ao longo de décadas. Identificar os fatores que aceleram o entupimento das artérias é o primeiro passo para um tratamento eficaz. Os principais vilões são:
Um dos sinais mais clássicos da doença arterial periférica é a claudicação intermitente: paciente sente uma dor ou cãibra na panturrilha, coxa ou glúteo após caminhar uma certa distância e se recupera em repouso.
À medida que a doença progride, os sintomas tornam-se mais severos:
O pilar de qualquer tratamento arterial é o controle dos fatores de risco. O uso de medicações antiagregantes e estatinas, aliado à cessação do tabagismo e a um programa de caminhadas orientadas, pode estabilizar a doença e evitar cirurgias em muitos casos.
Antigamente, grandes cirurgias com cortes extensos (pontes ou bypass) eram a única opção. Hoje, a cirurgia vascular em São Paulo evoluiu para procedimentos que priorizam a rápida recuperação e a preservação do membro:
É a técnica mais moderna e minimamente invasiva. Através de um pequeno furo na virilha, inserimos cateteres e balões que “esmagam” a placa de gordura contra a parede da artéria, restabelecendo o fluxo. Em muitos casos, utiliza-se o Stent (uma malha metálica) para manter a artéria aberta.
Em casos de obstruções muito longas e complexas, onde a técnica endovascular não é indicada, realiza-se a cirurgia de “ponte”. Utilizamos uma veia do próprio paciente (safena) ou uma prótese sintética para criar um novo caminho para o sangue, desviando da área entupida.
A doença arterial é progressiva, mas tem tratamento.
O grande diferencial do atendimento da Dra. Carolina Lourenço, cirurgiã vascular em São Paulo, é a agilidade no diagnóstico arterial. Por dominar as técnicas de imagem, é possível que o paciente realize o Ultrassom Doppler durante a consulta inicial.
No entanto, o que define seu atendimento é a humanização. Tratar a Doença Arterial Obstrutiva Periférica em São Paulo exige entender o ritmo do paciente, suas dores e o medo da perda de mobilidade.
Dra. Carolina Lourenço oferece um ambiente acolhedor, onde alia conhecimento à tecnologia de ponta com o objetivo de preservar a autonomia do paciente.
Sente dores nas pernas ao caminhar ou notou feridas que demoram a cicatrizar? Agende sua consulta agora mesmo!